Muitos consumidores optam pela praticidade do bolo de caixinha. No entanto, depois de avaliarmos diversas misturas para bolo em nosso aplicativo, percebemos que são muitos que apresentam a gordura trans na sua composição.

A sua adição industrial muitas vezes é encontrada como “gordura vegetal” ou como “gordura vegetal hidrogenada” na lista de ingredientes. Mas, nem sempre a real quantidade dessa gordura aparece na tabela nutricional. Sendo assim, fizemos uma seleção de alguns bolos com e sem gordura trans, para que você fique esperto no momento da compra.

 Gordura trans em bolos de caixinha

Observe como produtos de uma mesma marca podem ou não apresentar esse tipo de gordura. Por isso, é muito importante sempre estar atento à lista de ingredientes. Os que estão como suspeita, significa que não tem gordura trans na tabela nutricional, mas a apresentam dentre os ingredientes utilizados.

A recomendação é que seja consumido o mínimo possível. Segundo a Organização Mundial da Saúde, não deve ultrapassar 1% do valor calórico da dieta. Isso significa que, em uma dieta de 2.000 kcal, o máximo a ser ingerido por dia são 2 g. Para uma criança de 6 a 10 anos, por exemplo, o máximo seria em torno de 1,5 g. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia [1], a gordura trans deve ser excluída da dieta.

 Já fizemos um post explicando tudo sobre a gordura trans, o qual você pode conferir AQUI.

O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que sejam priorizadas as preparações caseiras aos produtos ultraprocessados, que é o caso da maioria desses bolinhos. Caso você opte pelos produtos pré-prontos do mercado, o nosso aplicativo está aí para lhe ajudar. Nele você consegue desvendar os rótulos e fazer escolhas mais saudáveis. 🙂

Exemplo de avaliação de bolo no aplicativo Desrotulando

Compartilhe conosco sua receita caseira favorita de bolo e se você já viu outras marcas sem gordura trans na composição. 😉

Fonte:

[1] FALUDI, A.A., et al. Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2017. Arq Bras Cardiol 2017; 109(2Supl.1):1-76.